quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ministerio do Turismo | Viaje Legal
Ministerio do Turismo | Viaje Legal


O Ministério do Turismo promove a distribuição do guia de bolso Viaje Legal.  A cartilha reúne informações sobre a contratação de prestadores de serviços, hospedagem, pacotes de viagem, locação de automóveis, passagens aéreas e rodoviárias, dicas de saúde, dentre outros. Temas atuais como legislação sobre transporte de crianças em automóveis e direitos do consumidor em casos de atrasos e cancelamentos de voos também integram o guia. O material será encaminhado aos aeroportos das 27 capitais brasileiras. Uma versão eletrônica já está disponível no Portal do Turismo e no site Viaje Legal www.viajelegal.turismo.gov.br.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Como colaborar com o MEIO AMBIENTE no trabalho
Fonte: Portal Brasil

A preocupação com o meio ambiente é responsabilidade de todas as pessoas que fazem parte de uma empresa.Desde o momento em que sai de casa para trabalhar o cidadão pode tomar atitudes sustentáveis. Começando pelo meio de transporte escolhido.As empresas podem colaborar diminuindo o número de impressões diárias e reciclando papel

A pessoa que deixa de rodar 20 quilômetros por semana, deixa de emitir na atmosfera, anualmente, cerca de 440 quilos de dióxido de carbono (CO2), um dos gases de efeito estufa. A poluição do ar, provocada principalmente por carros, causa a morte de 3 milhões de pessoas por ano no mundo. Além disso, o trânsito das grandes cidades provoca atrasos nos compromissos e estresse para os motoristas. Por isso, é preferível que se vá ao trabalho em transporte coletivo, de bicicleta ou mesmo a pé.

No trabalho, economizar papel significa evitar a produção de resíduos e diminuir a derrubada de árvores. Use os dois lados de uma folha quando puder e imprima somente o que for necessário (além disso, confira o que está na tela do computador para corrigir possíveis erros). A economia de papel também reduz o uso de água (para produzir 1 quilo de papel, são necessários 540 litros de água).

Os funcionários podem se mobilizar para implantar um programa de coleta seletiva na empresa. Isso exige dedicação e empenho, mas não é difícil e pode ser feito por um grupo de três ou quatro pessoas. O descarte de copos plásticos para beber água também pode ser reduzido se cada trabalhador levar uma caneca ou garrafinha de casa. Um ponto a ser observado: o trabalho de coleta seletiva não acaba depois da implantação do programa. Ele deve ser acompanhado de perto sempre, para que sejam divulgados seus resultados e mais pessoas possam participar.

O ambiente de trabalho também gera impactos no meio ambiente. Nos banheiros e no lavatório, é mais econômico instalar torneiras com sensores de funcionamento automático, ou seja, que só abrem quando as mãos se aproximam delas. Por exemplo, num edifício comercial de dez andares onde circulam diariamente cerca de 2 mil pessoas (supondo que cada uma use a torneira 1 minuto por dia), se todas as torneiras tiverem sensores, a economia de água chegará a 40%.

O uso do ar-condicionado é outro ponto em que pode haver grande economia. Esses aparelhos devem ser instalados longe de espaços em que bata sol e, quando estiverem ligados, as janelas e as portas do ambiente devem ser fechadas, para evitar que o sol entre e aumente a temperatura interna. Os filtros do equipamento precisam estar sempre limpos, pois a sujeira faz com que o motor trabalhe mais, o que aumenta o gasto de energia. Se o local de trabalho tiver janelas grandes e boa ventilação natural, não há nem motivo para ligar o ar-condicionado.
Como colaborar com o MEIO AMBIENTE em casa
Fonte: Portal Brasil

Não faltam opções para que o cidadão colabore, dentro de casa ou em outras atividades do dia a dia, para a sustentabilidade e a conservação ambiental. O simples ato de fechar a torneira ao escovar os dentes economiza mais de 10 litros de água; a separação de materiais recicláveis dá origem a novos produtos sem que mais recursos naturais sejam gastos e evita que toneladas de lixo lotem os aterros sanitários; trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes aumenta a iluminação de um ambiente, por muito mais tempo.

Na hora de fazer compras, leve sua própria sacola para guardar os produtos. (*nota da Redação DCM: A ONG DCM dispõe de sacolas lindas e ecologicamente corretas, feitas da fibra da bananeira. Fale Conosco: (13)3495-4913). Se não for possível, aproveite ao máximo o espaço da sacola plástica para que seja usado o menor número de unidades possível. Isso porque esses sacos plásticos são produzidos do petróleo, um recurso não renovável, e muitas delas vão para o lixo, levando cerca de cinco séculos para se degradar. Outras são descartadas de qualquer maneira e entopem bueiros, poluem rios e podem matar animais que as ingerirem.

A coleta seletiva pode ser feita em casa e colabora para que os aterros não fiquem lotados. Dentro de casa, na cozinha, evite o desperdício de alimentos e faça-os durar mais, congelando o que não for consumir logo. Entre 18h e 21h, evite usar eletrodomésticos, como máquinas de lavar roupas, ferro e chuveiro, pois nesse horário o consumo de energia é maior. Se todos reduzissem o uso de eletricidade nesse período, não seriam necessários tantos investimentos em geração e distribuição de energia.

No banho, apenas 5 minutos são suficientes para higienizar o corpo (banhos de 15 minutos consomem 135 litros de água). Além disso, você economiza mais se fechar a torneira enquanto se ensaboa ou lava o cabelo. A água também pode ser poupada ao lavar a calçada de casa ou o carro. No primeiro caso, utilize uma vassoura para retirar a sujeira, pois o uso de mangueira desperdiça mais de 270 litros de água em 15 minutos. Use um balde e um pano para limpar o carro (em 30 minutos com mangueira seriam desperdiçados cinco vezes mais litros de água).

Esses são apenas alguns costumes que o cidadão deve incorporar à sua rotina. Outra forma de exercer a cidadania é se informar sobre as ações do governo, por meio dos ministérios e das secretarias, e procurar entidades de defesa do meio ambiente para obter dicas ou mesmo para ajudá-las. Quanto mais pessoas participam, mais a natureza agradece.
Estudo identificou 338 mil Fundações Privadas e Associações
Fonte: Comunicação Social IBGE

Em 2005 estavam registradas 338 mil Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos, que empregavam 1,7 milhão de pessoas em todo o País, com salários médios mensais de R$ 1.094,44. O tempo médio de existência dessas instituições era de 12,3 anos e o Sudeste abrigava 42,4% delas. Essas instituições são, em geral, de pequeno porte, e 79,5% (268,9 mil) delas não possuem sequer um empregado formalizado.

35,2% das instituições atuam na defesa dos direitos e interesses dos cidadãos


Estudo do IBGE em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (ABONG) e o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE), feito a partir do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) mostra que, em 2005, existiam 338 mil Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (Fasfil) em todo o País. Entre elas, 35,2% atuavam na defesa dos direitos e interesses dos cidadãos, 24,8% eram instituições religiosas e 7,2% desenvolviam ações de Saúde e Educação e pesquisa.

A distribuição das Fasfil no território nacional tende a acompanhar a distribuição da população. Contudo, na Região Norte foram encontradas 4,8% das organizações contra 8,0% da população. Por finalidade, concentravam-se no Sudeste as entidades de Religião (57,9%), de Saúde (49,0%). No Nordeste predominavam as instituições de defesa dos direitos e interesses dos cidadãos (38,9%).

Resultados apontam para uma desaceleração no surgimento de novas instituições

De 2002 a 2005, o número de Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos cresceu 22,6%, enquanto entre 1996 e 2002 esse crescimento foi de 157,0%. Esses resultados sinalizam uma desaceleração no crescimento dessas instituições em todo o país.

Entre 2002 e 2005, foi mantida a tendência de crescimento mais acentuado das organizações de defesa dos direitos e interesses dos cidadãos e, ainda, das ambientais. O grupo de entidades de Meio ambiente e proteção animal teve um crescimento de 61,0%, quase três vezes superior à média nacional (22,6%). Isso pode estar refletindo a preocupação mundial com este tema.

Embora o crescimento percentual das entidades do grupo Religião (18,9%) tenha sido menor do que a média nacional (22,6%), em números absolutos elas estão entre as que mais cresceram. No período de 2002 a 2005, foram criadas 13,3 mil entidades que se dedicam a atividades confessionais.
As instituições que prestam serviços de Saúde, Educação e pesquisa e de Assistência social, com crescimentos mais modestos perderam, gradativamente, peso no conjunto das Fasfil. Em 1996, essas instituições representavam 22,9% do total e, em 2005, a sua participação caiu para 18,9%.
Do total das 15.319 instituições criadas em 2005, 3.089 foram classificadas como Associações patronais e profissionais e 2.933 como de Desenvolvimento e defesa de direitos compondo um conjunto de 6.022 entidades ou 39,3% do total1. Nesse mesmo ano foram criadas 3.242 instituições religiosas o que significa 21,2% do total de entidades registradas nesse período.

57,1% dos trabalhadores das Fasfil estavam no Sudeste

Em 2005, as Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos empregaram 1,7 milhão de pessoas em todo o país. Esse contingente representou 22,1% do total dos empregados na administração pública do país.
Mais da metade do pessoal ocupado assalariado das instituições (57,1%, ou quase um milhão), está em instituições do Sudeste e, em especial, em São Paulo que reunia 553,7 mil desses trabalhadores (32,4%).
A distribuição do pessoal ocupado assalariado refletiu as diferenças na abrangência do atendimento e na complexidade dos serviços prestados. O grupo de entidades de Educação e Pesquisa, que representou apenas 5,9% total das instituições, concentrou 29,8% do total de trabalhadores. Esse fenômeno se repetiu na área de Saúde com 4.464 entidades em todo o país e 415 mil pessoas (24,3% do total desses trabalhadores).

79% das Fasfil não possuíam sequer um empregado formalizado


A forte presença de trabalho voluntário e informal pode explicar parcialmente porque 79,5% das instituições (268,9 mil) não possuem sequer um empregado formalizado.

Em 2005, cada instituição tinha em média 5,1 trabalhadores. Mas a média não revela as diferenças significativas no porte das entidades por região e por área de atuação. Enquanto, por exemplo, os Hospitais contam com uma média de 174,1 trabalhadores, nas entidades que compõem do grupo Religião e nas do grupo de Desenvolvimento e defesa de direitos a média se restringe a 1,4 trabalhador por entidade. A média de trabalhadores assalariados nas instituições do Sudeste (6,8) é o dobro da média do Nordeste (2,9).

Salários das Fasfil se aproximaram média das organizações registradas no CEMPRE


Os trabalhadores das Fasfil ganhavam, em média, o equivalente a 3,8 salários mínimos por mês, em 2005. No total, a remuneração dos profissionais que trabalham formalmente nessas entidades envolveu recursos da ordem de R$ 24,3 bilhões o que equivale a uma média mensal de R$ 1.094,44.
No mesmo ano, a média da remuneração de todos os assalariados das organizações públicas, privadas lucrativas e não lucrativas cadastradas no CEMPRE era de 3,7 salários mínimos mensais, o equivalente à R$ 1.060,68. Assim, os salários médios nas FASFIL eram superiores em apenas 3,2%.

A remuneração dos trabalhadores nas Fasfil no período de 1996 e 2005 elevou-se, em termos reais, em 1,2% passando de R$ 1.081,002 para R$ 1.094,00. No entanto, esta elevação ocorreu, basicamente, nos anos mais recentes. Entre 1996 e 2002 os salários médios permaneceram no mesmo patamar, com um ganho real praticamente nulo (apenas 0,1%).

O tempo médio de existência das FASFIL é 12,3 anos

A idade média das FASFIL em 2005, era de 12,3 anos, sendo que a maior parte delas (41,5%) foi criada na década de noventa. Entre os diversos fatores que contribuíram para isso estão o fortalecimento da democracia e o aumento da participação da sociedade civil na vida nacional, principalmente a partir da Constituinte de 1988.

Do total de entidades criadas a partir dos anos de 1990, 41,5% são voltadas para a promoção do desenvolvimento e defesa de direitos e interesses dos cidadãos incluindo nesta categoria o grupo das Associações patronais e profissionais.

No grupo de entidades mais antigas, criadas antes dos anos oitenta, predominam as entidades de Saúde (36,0%) e as religiosas (20,2%). Já entre as mais novas, criadas de 2001 a 2005, se destacam as entidades de defesa de direitos e interesses dos cidadãos (30,1%) e as de Meio ambiente e proteção animal (45,1%).
Pouco mais de um quarto das FASFIL (26,3%, ou 89,2 mil) são muito novas e foram criadas nos cinco primeiros anos desta década. Porém, a maior parte dessas (42,6%) surgiu nos dois primeiros anos (2001 e 2002). A participação das entidades criadas nos anos subseqüentes vem decaindo progressivamente, reduzindo-se para 40,2% no biênio 2003/2004 e, a seguir, para 17,2% em 2005.

As instituições mais antigas, criadas até 1980, correspondem a apenas 13,1% do total das FASFIL, o que indica, por um lado, uma menor organização da sociedade civil naquele período e, por outro, uma dificuldade de manutenção das organizações sem fins lucrativos ao longo dos anos.

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1 Vale destacar que, isoladamente, depois das entidades religiosas foram as associações de produtores rurais, as entidades de assistência social e os centros e associações comunitárias que apresentaram, nessa ordem, o maior crescimento (superior a mil entidades cada).

2 Os salários de 1996 e 2002 foram inflacionados para o ano de 2005 pelo IPCA.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Evasão Escolar de PG é uma das mais baixas do País
Fonte: Prefeitura de Praia Grande, por Priscila Sellis    

Próximo de zero, índice cai 96% em 12 anos

A taxa da evasão escolar na rede municipal de ensino de Praia Grande segue como uma das mais baixas do País. O Município fechou o balanço de 2010 com taxa de 0,12%, ou seja, apenas 35 alunos deixaram a escola num universo de 29.312 alunos matriculados no Ensino Fundamental. A taxa quase zerada representa uma queda de 96% da evasão nos últimos 12 anos (ver quadro completo abaixo).

Um dos fatores responsáveis pelos baixos números é a realização do projeto Evasão Escolar, que promove visitas domiciliares às famílias dos alunos faltosos, levantando as causas das ausências e conscientizando suas famílias da importância da freqüência escolar. A iniciativa conta com a atuação de 20 estagiárias de pedagogia.

A visita é realizada depois que a equipe escolar verifica quais alunos estão faltando demasiadamente e encaminha esses casos à equipe de combate à evasão. Em 2010, foram realizadas 3.069 visitas domiciliares. “Nossa função é conscientizar os pais da importância de seu papel no incentivo à freqüência escolar do filho e mostrar o quanto a escola é importante para que seus filhos tenham um futuro melhor”, explica a assistente social Catarina Vitti, que coordena o projeto.

Segundo ela, a negligência familiar é uma das principais causas da evasão. “São os casos em que a criança não tem vontade de ir à escola e o pai simplesmente fica passivo diante disso, não mandando o filho ir à escola e não o incentivando aos estudos”, explica Catarina, acrescentando que outro motivo de evasão é a mudança de endereço sem aviso à escola.

“Muitos mudam e não fazem o pedido de transferência da escola. Com isso, ‘prendem’ a vaga que poderia ser preenchida por outro estudante, além de mobilizar a equipe da evasão escolar, que vai atrás dessa família”, explica. Nestes casos, há um cancelamento judicial junto ao Ministério Público.

De acordo com a coordenadora, a equipe discute cada caso, buscando soluções. “No caso de faltas por doença, por exemplo, a criança tem a chance de fazer os exercícios que perdeu no tempo em que esteve fora das aulas”, assegura.

Ela destaca que os excelentes resultados alcançados são fruto da parceria efetiva que existe entre as equipes escolares e os profissionais que atuam no projeto. “Há empenho e dedicação de todos os profissionais envolvidos no combate à evasão”, pontua. O trabalho também conta com o apoio do Ministério Público.

SuperEscola

Outro fator que contribui para manter baixos os índices de evasão é a motivação do aluno, através de várias ações que o fazem se envolver com a escola por completo, como por exemplo, as atividades de esporte e cultura realizadas no projeto SuperEscola. Para participar, o aluno tem que ter bom desempenho em sala de aula e freqüência regular.

O incentivo à integração entre família e escola, através de ações práticas promovidas pelas pedagogas comunitárias, também colabora com a constante queda da evasão.

Números


Desde que o projeto Evasão Escolar foi criado, em 1997, os índices de evasão despencaram. Em 1998, enquanto o município atendia 7.041 alunos no Ensino Fundamental, o índice era de 3,62%. Os números atuais representam uma queda de 96% nos últimos 10 anos.

Confira, a seguir, os números da evasão escolar registrados nos últimos dez anos em Praia Grande (em porcentual):

1998 - 3,62%
1999 - 2,09%
2000 – 1,45%
2001 – 0,98%
2002 – 0,88%
2003 – 0,79%
2004 – 0,74%
2005 – 0,44%
2006 – 0,36%
2007 – 0,33%
2008 – 0,35%
2009 – 0,19%
2010 – 0,12%


*NOTA DA REDAÇÃO: A ONG DCM possui projetos para Evasão Escolar, consulte-nos.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Analfabetismo brasileiro supera média da América Latina
Fonte: GIFE

A proporção de pessoas que não sabem ler ou escrever no Brasil é maior que a média registrada na América Latina e no Caribe. Ao todo, 9,6% dos brasileiros com mais de 15 anos são analfabetos contra 8,3% dos moradores da região, revela o Anuário Estatístico de 2010 da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), agência das Nações Unidas (ONU).

No ranking de 2010, o Brasil apresenta a sétima maior taxa de analfabetismo entre os 28
países da região. Está à frente, apenas, da Jamaica (9,8%), da República Dominicana (12,9%) e de El Salvador (16,6%), Honduras (19,4%), Guatemala (25,2%), Nicarágua (30,3%) e Haiti (41,1%).

O Brasil ainda está muito atrás de países como Uruguai (1,7%), Argentina (2,4%), Chile (2,95%), Paraguai (4,7%) e Colômbia (5,9%). A proporção de analfabetos é maior entre os brasileiros (10%) do que entre as brasileiras (7,6%).

A estimativa do estudo é que o Brasil ultrapasse a atual taxa de analfabetismo da América Latina apenas em 2015, quando a proporção de pessoas que não sabem ler no país deve chegar a 8,2%.

A taxa de analfabetismo na América Latina e no Caribe caiu 68,5% entre 1970 e 2010, passando de 26,3% para 8,3%. Em 2015 a proporção de pessoas que não sabem ler ou escrever na região deve ser de 7,1%, segundo estimativas da ONU.

*As informações são do site Aprendiz e do Cepal.

www.aprendiz.com.br

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Médicos de Santos defendem a importância da preservação das células-tronco do sangue de cordão umbilical e lembram que a coleta deve ser no momento do parto
Fonte: Da Redação

Foto: Divulgação

Obstetras da cidade de Santos têm recebido cada vez mais questionamentos sobre a importância em preservar as células-tronco do sangue do cordão umbilical. E como o momento do parto é único e valioso, vem crescendo o número de pacientes que apostam neste tipo de “seguro de vida” para futuras doenças da criança e da família.

Adriano Catapreta, ginecologista e obstetra na cidade, trabalha nas maternidades Casa de Saúde, Santa Casa, Hosptial São Lucas e Hospital Ana Costa. E considera importante a preservação das células-tronco. “As céluas-tronco são totipotenciais, por isso podem ser úteis na cura de várias doenças no futuro. As pesquisas nos indicam que teremos boas surpresas quanto à cura de várias doenças com o uso de células-tronco”.


Com cerca de 3 mil pacientes cadastradas e 100 gestantes no momento, o Dr. Adriano Catapreta costuma incentivar a coleta do sangue do cordão umbilical no momento do parto.

Outra ginecologista em Santos, atuante em quatro maternindades da cidade, Dra. Izilda Puppo é grande defensora da coleta do sangue do cordão umbilical para a preservação das células-tronco.

Durante suas consultas e palestras para gestantes ela costuma falar bastante sobre o tema e sobre a importância da preservação da célula-tronco, realizada após a coleta do sangue do cordão umbilical.  “Desde a descoberta do enorme potencial para tratamentos com as células-tronco e da capacidade de multiplicá-las, aconselho a todas as minhas pacientes a não desperdiçarem este material riquíssimo”, afirma a Dra. Izilda. Trata-se de um seguro de vida para a criança e sua família. Claro que o ideal é que ninguém precise usar as células-tronco preservadas”, observa.

A médica atua na Casa de Saúde Santos, na Beneficência Portuguesa, no Hosptial Ana Costa e no Hospital São Lucas. E sabe que nestas quatro materninades é possível coletar o sangue do cordão umbilical, já que
não existe impedimento das instituições. Tanto o Dr. Adriano, quanto a Dra Izilda já coletam o sangue do cordão umbilical e indicam alguns bancos privados de qualidade para suas pacientes preservarem as células-tronco.

Criogênesis

A Criogênesis é o primeiro banco de células-tronco do Estado de São Paulo. O laboratório fica em São Paulo, mas a empresa conta com clínicas e médicos parceiros em todo o Brasil, que podem realizar a coleta no momento do parto e enviar o material para processamento e guarda. Todo o ciclo do trabalho é feito dentro de rigorosos parâmetros de segurança, para que as células-tronco estejam em ótimas condições caso sejam necessárias em um transplante.

Além de coletar, processar e armazenar o sangue do cordão umbilical do recém-nascido a Criogênesis também produz terapias para uso em cirurgias de reparação óssea e oftalmológica e agora passa a ser pioneira na pesquisa e no congelamento das células-tronco da polpa do dente de leite.

Importância

 “As células-tronco têm um potencial futuro muito grande. Especula-se que mais de uma centena de doenças poderão ser tratadas com células-tronco. Mas comprovadamente podemos dizer que atualmente existem cerca de 50 doençasgraves que podem se beneficiar das células-tronco. A principal delas é a leucemia”, afirma o hemoterapeuta e hematologista Dr. Nelson Tatsui, diretor técnico da Criogênesis, médico do Hospital das Clínicas e do setor de transfusão e coleta de células-tronco da Faculdade de Medicina da USP.


A preservação das células-tronco tem importância para toda a família, já que a chance de se encontrar um doador compatível em bancos públicos pode atingir a dificuldade de 1 para 1 milhão. No maior acervo público dos Estados Unidos, o National Marrow Donor Program (programa norte-americano de doadores de células-tronco), com 250 mil bolsas de sangue de cordão umbilical preservadas e 13 milhões de voluntários, só se consegue atenderefetivamente 30% das pessoas que necessitam de transplantes de células-tronco.

 “Com a diminuição progressiva do número de filhos e com a miscigenação da nossa população é muito difícil encontrar doadores compatíveis. E sabe-se que o irmão é o principal e o mais seguro potencial doador, pois apresenta 25% de chances de ser compatível”, explica o Dr. Nelson Tatsui, diretor da Criogênesis.

Veja abaixo um vídeo relacionado ao período da gravidez:



ONG DCM



Nossa entidade é afiliada ao programa HCG. O programa destina um hormônio de uma mulher grávida, com até 3 meses, a uma mulher que não pode ter filhos. Doe sua Urina. UM ATO DE AMOR. Este hormônio pode ser utilizado para produção de medicamentos às mulheres que não podem ter filhos. PARTICIPE!