segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

SP cria rede de tratamento preventivo à infecção pelo HIV
Fonte: saude.sp.gov.br

Cerca de 400 serviços vão atender vítimas de violência sexual, acidente profissional e situações de rompimento da camisinha entre parceiros sorodiscordantes


A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo acaba de implantar uma rede de serviços voltada à prevenção da infecção pelo HIV (vírus causador da aids) em pessoas que sofreram situações de possível exposição a este risco.

Os serviços irão atender vítimas de violência sexual e acidente profissional, além de situações de rompimento de preservativo entre parceiros sorodiscordantes (quando um deles é sabidamente portador do HIV).

A quimioprofilaxia é uma medida eficaz para prevenção da infecção pelo vírus HIV. O procedimento deve ser realizado no máximo até 72 horas após a exposição.  São utilizadas três drogas antirretrovirais e o tratamento tem duração de um mês.

Para Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids-SP, nas situações de exposição sexual em que a sorologia do parceiro é desconhecida, a quimioprofilaxia deve ser muito bem avaliada, medindo-se riscos e benefícios de sua indicação, conforme o tipo de exposição e risco potencial da contaminação.

"É importante salientar que a quimioprofilaxia não deve ser adotada indiscriminadamente e a melhor forma de prevenção é a prática do sexo seguro, ou seja, com preservativo", alerta Maria Clara.

O Centro de Testagem e Aconselhamento do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids-SP atende em média, por mês, 15 situações de acidente entre parceiros sorodiscordantes por mês e oito situações de exposição heterossexual sem sorologia conhecida, além de quatro casos de violência sexual por ano ano.  No que se refere a acidente profissional, entre 2007 e 2009, foram notificados 22.872 casos. Não foi notificada nenhuma soroconversão entre estes casos.

Inicialmente a rede irá contar com 172 serviços de quimioprofilaxia para HIV. Ao longo deste ano o total deverá chegar a 400. A lista de serviços disponíveis pode ser conferida no site

domingo, 27 de fevereiro de 2011

OBSERVATÓRIO DA VIOLÊNCIA DCM - Busca pela Central de Atendimento à Mulher cresce 82,8% em 2010
Fonte: por Secom em 25/02/2011 20:18.


A Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) registrou no ano passado aumento de 82,8% no número de atendimentos em relação a 2009.  Em 2010 foram registrados 734.416 atendimentos, contra 269.977 no ano anterior. Desde abril de 2006 até o último mês de dezembro, foram 1.658.294 atendimentos. Do total de ligações, 420.313 foram para pedir informações sobre a Lei Maria da Penha. Os dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) foram divulgados na última quinta-feira (24).

Dos 734.416 registros, 108.026 dizem respeito a relatos de violência: 63.831 referem-se à violência física, 27.433 à violência psicológica, 12.605 à violência moral, 1.839 à violência patrimonial, 2.318 à violência sexual, 447 a cárcere privado e 73 a tráfico de mulheres.

Em 2010, foram registradas 58.714 ocorrências de lesão corporal e 15.324 de ameaças, o que corresponde a 55% e 14,4% do total de relatos de violência, respectivamente.

Perfil - Segundo o levantamento, 47% das usuárias dos serviços possuem nível fundamental de escolaridade, 51,7% têm entre 20 e 35 anos, e 58,3% se declaram pardas ou pretas.

Os números apontam que em 72,1% dos casos, os agressores são maridos, companheiros ou ex-companheiros. 

O balanço completo está disponível em www.sepm.gov.br
SAUDE DCM - Pediatras defendem que grávidas evitem qualquer tipo e quantidade de bebida alcoólica
Divulgação 
Fonte: Cremesp/O Estado de S. Paulo/ SPSP


Os pediatras reunidos na Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) lançaram publicação em que defendem que as grávidas não consumam álcool, nem mesmo moderadamente. A obra Efeitos do Álcool na Gestante, no Feto e no Recém-Nascido, coordenado pela médica Conceição Segre, aborda as consequências do consumo de bebidas alcoólicas, para mães e bebês, durante a gravidez.

O livro trata do alcoolismo feminino durante a gestação, fatores de risco relacionados aos efeitos do álcool na gestação, feto e recém-nascido, conceitos e quadro clínico da exposição pré-natal ao álcool, diagnóstico, tratamento e prevenção e seguimento de crianças com síndrome alcoólica fetal. A publicação está disponível para download gratuito no site da SPSP.

Estudos realizados no Brasil indicam que de 20% a 40% das gestantes consomem bebida alcoólica. A abstinência de álcool é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e demais entidades da área, como sociedades de obstetrícia, mas há médicos que liberam uma eventual taça de vinho às pacientes. "Mesmo entre os médicos, a desinformação ainda é grande. Além de alertar a população e os profissionais de saúde, queremos sensibilizar o poder público para a necessidade de incluir advertências nos rótulos de bebidas", alerta Clóvis Constantino, presidente da SPSP e conselheiro do Cremesp.

A pediatra Conceição Segre explica que o álcool ingerido pela gestante ultrapassa a barreira da placenta e se acumula no líquido amniótico. Também atinge o feto pelo sangue do cordão umbilical, prejudicando a transferência de nutrientes e oxigênio. Em cerca de uma hora, os níveis de álcool no sangue fetal são iguais aos da mãe. Mas, como o bebê tem massa corporal menor e o fígado imaturo para metabolizar a substância, calcula-se que o efeito tóxico para ele seja oito vezes maior. Segundo a médica, as consequências dessa intoxicação permanecem a vida inteira e, nos casos mais graves, que caracterizam a síndrome alcoólica fetal e atingem um a cada mil bebês, resultam em malformações na face, diminuição no perímetro cefálico (causada pelas alterações no sistema nervoso) e retardo no crescimento pré e pós-natal.

Para cada caso da síndrome completa, estima-se que haja outros três do chamado "espectro de distúrbios fetais causados pelo álcool", alterações neurológicas percebidas, muitas vezes, quando a criança está em idade escolar, trazendo como possíveis consequências a dificuldade de linguagem, déficit de atenção e hiperatividade.

“O nível seguro para o consumo é desconhecido e, por isso, a não ingestão de álcool pela grávida e pela mulher que deseja engravidar é a única forma de prevenção”, recomenda Conceição.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

PREVENÇÃO DCM - Blitz sobre prevenção ocorre em Praia Grande neste final de semana
A partir do próximo sábado, 19 de fevereiro, algumas cidades do Litoral de São Paulo recebem a blitz da Prudence, marca de preservativos da DKT do Brasil. A ação vai promover uma brincadeira com os veranistas através do tesômetro, aparelho que simula o grau de excitação dos participantes.

“A ideia é chamar a atenção do público, transmitindo a mensagem de que é fundamental ter preservativos sempre em mãos, afinal de contas sexo não tem hora. Aproveitamos o clima descontraído do verão para ressaltar que o sexo seguro também é divertido e muito estimulante”, conta Denise Santos, gerente de marketing da DKT do Brasil.

A atividade acontece durante o dia nas praias e a noite em bares e casas noturnas de Caraguatatuba, São Sebastião, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e Guarujá até o final do Carnaval levando ao público diversão e irreverência através de uma equipe sexy e bem-humorada.

Além disso, a empresa vai distribuir a extensa variedade de preservativos Prudence como, por exemplo, a linha exclusiva Cores e Sabores, a única do mercado nacional que possui sabor, aroma e cor.

Sobre a DKT

Fundada em 1984 por Philip D. Harvey, a DKT International é uma entidade especializada na implantação de programas de planejamento familiar e prevenção de DSTs e AIDS ao redor do mundo. Mantém 18 programas de marketing social em 17 países - África do Sul, Brasil, China, Egito, Etiópia, Filipinas, Índia, Indonésia, Malásia, Marrocos, México, Moçambique, República Democrática do Congo, Sudão, Tailândia, Turquia e Vietnã. 

A DKT do Brasil, instalada no país em 1990, é detentora das marcas Prudence e Affair, que contemplam a maior linha de camisinhas, géis lubrificantes e estimuladores do mercado, com mais de 30 produtos.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Dia Internacional da Mulher: preconceito contra a maternidade é motivo de celebração?
Da Redação, por Prof. Dr. Joji Ueno, ginecologista, diretor da Clínica GERA.

Quando falamos em mercado de trabalho e igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, ainda precisamos mencionar que os empregados enfrentam uma mesma dificuldade global: o preconceito contra a maternidade.

Mother’s Day?,   recente pesquisa publicada pela consultoria Regus, revela que a proporção de empresas que pretendem contratar mais mães que trabalham caiu em cerca de um quinto, comparado com o mesmo período do ano passado. Comparado a um ano atrás, quando 44% das empresas planejavam contratar mães
que trabalham, apenas 36% pretendem fazê-lo em 2011.

Essas estatísticas preocupam, uma vez que, de um modo geral, as estimativas de contratações no fim de ano costumam ser favoráveis nessa época de acelerada da economia global. No Brasil, onde 57% das empresas pretendem aumentar seu pessoal, essa tendência é ainda mais evidente, com somente 38% das empresas declarando seus planos de contratar mais mulheres com filhos.

Razões para tanto preconceito

Segundo os dados da pesquisa, globalmente, as preocupações por parte dos empregadores com relação à contratação de mulheres com filhos abrangem muitas causas, tais como:

·       “elas podem mostrar menos comprometimento e flexibilidade do que os
demais funcionários (37%)”;

·       “elas podem deixar o emprego, logo após o treinamento para terem
outro filho (33%)”;

·       “elas podem estar desatualizadas na sua área de atuação (24%)”.

No Brasil, os empregadores estão preocupados principalmente com a possibilidade de elas tirarem licença-maternidade para dar à luz a outro filho (39%) e de estarem desatualizadas profissionalmente (29%).

No fundo, os dados revelam um grande despreparo empresarial global. É mais do que tempo de adotarmos políticas de trabalho que levem em conta os prejuízos para os negócios ocasionados pela saída do mercado de trabalho de mulheres com alto nível educacional que optam por ter uma família.

Perdas pessoais

Com mais de duas décadas de atuação no campo da reprodução humana, costumo me deparar com uma realidade triste. Quando chegam à meia-idade, cerca de 30% a 50% das mulheres com uma carreira bem-sucedida nunca passaram pela maternidade. Trata-se de um segredo doloroso e muito bem guardado.

Essas mulheres, porém, não optaram por essa condição. A grande maioria quer muito ter filhos. Há mesmo mulheres que fizeram tudo o que estava ao seu alcance para engravidar: sujeitaram-se a procedimentos médicos complexos, gastaram o que podiam e até arruinaram suas carreiras, muitas vezes, em vão,
visto que tais esforços são despendidos, em geral, tarde demais. A típica mulher de meia-idade realizada profissionalmente não chega a essa condição por opção, e sim porque, a contragosto, viu-se sem outra saída.

Por que uma coisa tão antiga como ter filhos tornou-se tão complicada para mulheres com alto grau de eficiência profissional?

Quando se fala em carreira e paternidade, os profissionais bem-sucedidos não têm de lidar com nenhum tipo de opção muito difícil. De modo geral, quanto mais realizado o homem, maior é a probabilidade de que se case e tenha filhos. Com as mulheres ocorre o inverso.

As mulheres pagam um preço maior pela ascensão profissional porque os primeiros anos de ascensão profissional se sobrepõem, quase que exatamente, aos anos mais apropriados para a maternidade. É difícil diminuir o ritmo nos estágios iniciais, acreditando que mais tarde será possível compensar o atraso.

Carreira e família

O fato de que tantas profissionais sejam forçadas a descartar a maternidade é uma injustiça flagrante, além de afetar significativamente os negócios em todo o mundo. Se grande parte das mulheres que insiste em seguir carreira fica impedida de constituir família, outra parte igualmente grande e que opta pela família é obrigada a encerrar a carreira.

Diversas pesquisas no campo dos recursos humanos já apontaram que as mulheres se sentem mais felizes quando têm uma carreira e uma família ao mesmo tempo. Os filhos são fontes valiosas de amor e companheirismo, evitando a solidão. São “provas vivas da nossa continuidade”. E isto é válido para mulheres e homens.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

domingo, 6 de fevereiro de 2011

ONG DCM -  PG programa planejamento familiar definitivo
Fonte: PG Notícias - Por Antonio Cassimiro

Cidade vai atender demanda de indicações médicas para laqueadura
e vasectomia 
 
 
Dentro de aproximadamente quatro meses, pessoas com indicações 
médicas para laqueadura ou vasectomia poderão recorrer ao Sistema 
Único de Saúde (SUS) de Praia Grande. A Secretaria de Saúde Pública
(Sesap) está ampliando o programa de Planejamento Familiar, com a 
preparação de equipes para implantação do serviço com métodos contra
ceptivos definitivos. Atualmente, existem mais de 200 pessoas que 
aguardam pelas cirurgias na Cidade.
 
De acordo com a Secretaria de Saúde de Praia Grande, o Planejamento 
Familiar já é realizado no Município com as recomendações de métodos
convencionais nas unidades de saúde locais com uso de pílula, injeção
ou diafragma. Com a demanda de pessoas com indicações médicas para a 
utilização dos métodos considerados irreversíveis, o serviço passará a
ser reaparelhado com qualificação de profissionais.
 
Segundo o secretário de Saúde Pública da Cidade, Adriano Springmann 
Bechara, o objetivo principal é evitar a mortalidade de mães e filhos
por gestações consecutivas. “Existem muitos casos de mães com oito ou
nove gestações, muitas delas com quadro de diabetes, hipertensão ou 
doenças crônicas que necessitam desses procedimentos. São condições em
que os métodos anticoncepcionais definitivos são uma forma de salvar 
vidas”, ressaltou.
 
Para atender os pacientes com as indicações de cirurgias e outros que
tenham apenas interesse em evitar filhos por motivos pessoais, a Sesap
está capacitando uma equipe com profissionais de várias especialidades
como ginecologia, psicologia, além de enfermeiros e assistentes sociais.
Durante uma reunião realizada na quinta-feira (3), foram discutidas datas
para início das atividades, que vão preparar agentes que já atuam no 
programa de Planejamento Familiar. Segundo o secretário executivo da Sesap,
Cleber Suckow Nogueira, após as definições das equipes e do local de 
atendimento de pacientes, a Cidade buscará o credenciamento, junto ao 
Ministério da Saúde, para a realização das cirurgias, o que pode começar
a acontecer dentro de quatro meses.
 
“Atualmente temos uma fila de espera de 234 pacientes e muitos não conseguem
se submeter aos procedimentos contraceptivos definitivos devido à grande 
demanda no Hospital Guilherme Álvaro, que é o único a realizar as cirurgias
pelos SUS na região. Com a ampliação do programa de Planejamento Familiar,
esses pacientes não terão mais o transtorno de ir até Santos”, disse.
 
Além de Nogueira, participam do processo de implantação do programa de 
Planejamento Familiar (com métodos irreversíveis) a coordenadora técnica
da Saúde da Mulher, a médica ginecologista Marivel Gomez Barreiro; a 
coordenadora de Saúde Pública, a psicóloga Maria do Carmo 
Gomes Ferreira,a enfermeira do setor de Atenção Básica, 
Fernanda Ramos Fernandes, e o Relações Públicas da Sesap, Fernando Manes.
 
A próxima reunião para debater o tema está prevista para ser 
realizada no próximo dia 17, na sede da Secretaria de Saúde, 
na Avenida Presidente Kennedy, 8.850 – Bairro Mirim.
ONG DCM doa mantimentos para as famílias do Rio de Janeiro
Da Redação
Foto: ONG DCM

A ONG DCM - Defesa e Cidadania da Mulher doou mantimentos para a Região Serrana do Rio. A doação foi encaminhada para o setor da Prefeitura de Praia Grande que, então, encaminhou às famílias.


Em últimas notícias, pelo Portal G1:

As chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro já mataram, no total, 878 pessoas desde o dia 11 de janeiro, segundo as prefeituras das cidades atingidas. Já o número de desabrigados e desalojados chega a quase 35 mil em toda a região. Foram encontrados mais cinco corpos em Nova Friburgo.

O Comitê de Ações Emergenciais em Petrópolis informou que 72 corpos foram resgatados no município. Em Nova Friburgo, o número de vítimas subiu para 422. Já em Teresópolis foram registrados 355 óbitos. Também houve 22 mortes em Sumidouro, 6 em São José do Vale do Rio Preto e 1 em Bom Jardim.

Quase 35 mil pessoas fora de casa

Segundo dados das prefeituras e da Defesa Civil do estado, Teresópolis tem 9.110 desalojados e 6.727 desabrigados; Petrópolis (incluindo Itaipava) soma 6.223 desalojados e 191 desabrigados; e Nova Friburgo já contabiliza 3.220 desalojados e 2.031 desabrigados.

Outros municípios bastante afetados pela enxurrada de janeiro, São José do Vale do Rio Preto registra 2.018 desalojados e 300 desabrigados; Bom Jardim tem 1.186 desalojados e 632 desabrigados; Sumidouro soma 311 desalojados e 200 desabrigados; e Areal contabiliza 1.469 desalojados.

A lista da Defesa Civil cita ainda outros municípios atingidos pelas chuvas, como Santa Maria Madalena (284 desalojados e 44 desabrigados), Trajano de Moraes ( 188 desalojados e 28 desabrigados), Sapucaia (30 desalojados e 140 desabrigados), São Sebastião do Alto (32 desalojados e 75 desabrigados), Três Rios (36 desalojados e 33 desabrigados), Cordeiro (43 desabrigados), Carmo (55 desalojados e 12 desabrigados), Macuco (28 desalojados e 24 desabrigados), Cantagalo (8 desalojados) e Cachoeiras de Macacu (4 desabrigados).

Leptospirose em Nova Friburgo


Em  Nova Friburgo há 26 casos de leptospirose confirmados no município após a enxurrada. De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, todos os doentes já foram medicados, passam bem e não estão internados.

Em Teresópolis, há um caso notificado da doença – que é transmitida por água contaminada por urina de rato. Nos dois municípios, quase 140 pessoas ainda aguardam o resultado de exames.

Com o aumento dos casos suspeitos de leptospirose, equipes de agentes de saúde foram reforçadas. O trabalho de prevenção inclui o controle de ratos e o trabalho de orientação dos moradores. Quando se trata de doenças depois de tragédias, o pior ainda pode estar por vir.

Menos médicos





A secretária municipal de Saúde de Nova Friburgo, Jamila Calil, não descarta a possibilidade de surto da doença na cidade. Segundo ela, há menos médicos atendendo a população nos hospitais da cidade. Alguns pediram demissão depois das chuvas por causa da dificuldade de acesso, outros perderam suas casas. Sobre a falta de médicos, no entanto, o órgão afirma que o problema já está controlado.

Parques fluviais

A Secretaria estadual de Meio Ambiente anunciou que vai criar cinco parques nas margens de rios em Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. Serão ocupados 95 quilômetros das laterais, onde a vegetação original será recuperada.