sexta-feira, 29 de julho de 2011

Pioneiro no SUS, grávidas contam com ambulatório especial para tratamento de câncer
Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

Serviço, disponível no Icesp, oferece atendimento personalizado para essas pacientes; tumores de mama são os mais comuns durante a gestação


O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira, ligado à Secretaria da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, oferece um tratamento especial para as gestantes com câncer. Apesar de ser raro, a doença também se manifesta nesse grupo, principalmente nas mamas. Para que essas pacientes recebam o cuidado necessário diante desses casos, o Icesp criou o Ambulatório Clínico de Câncer de Mama na Gestação. A unidade, que funciona no próprio Instituto, recebe, em média, uma paciente por mês, número alto se considerarmos a raridade do problema.

Uma das principais causas para o desenvolvimento da doença nesse período é a gravidez tardia. A maior parte dos atendimentos do ambulatório são em pacientes na faixa dos 35 anos. Além disso, os fatores genéticos, obesidade e tabagismo, entre outros aceleram o surgimento da doença nessa fase.

Para tratar essas gestantes, a unidade oferece um acompanhamento minucioso, com exames rotineiros e um atendimento especial para as mulheres. Para que o bebê não tenha nenhum tipo de seqüela, o tratamento também é diferenciado. A quimioterapia, utilizada para tratar os tumores, só pode ser aplicada após a 12º semana de gestação e deve ser interrompida cerca de três semanas antes da data prevista do parto. Nesse período, o acompanhamento deve ser intenso, tanto para a saúde da mãe e do bebê quanto para o controle do tumor.

Alguns tipos de procedimentos, comuns em pacientes com câncer, são contra-indicados em grávidas. A radioterapia, por exemplo, é evitada devido a disseminação da radiação, que pode causar danos ao feto, assim como o tratamento hormonal, que é utilizado em 70% dos casos de tumor mamário. Logo após o nascimento do bebê, estes tratamentos podem ser aplicados. O único efeito resultante deste processo será a cessação da amamentação.

“É possível ter uma gestação saudável mesmo com o câncer, porém uma série de cuidados devem estar presentes durante toda a gravidez. O mais importante é que as mulheres se atentem aos fatores de riscos para o câncer de mama. Só assim é possível evitar problemas futuros com a mãe e com o bebê”, explica o responsável pelo Ambulatório Clínico de Câncer de Mama na Gestação do Icesp, Max Mano.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Mulheres são mais suscetíveis aos efeitos do álcool que os homens
Fonte: Da Redação

O consumo de bebida alcoólica entre as mulheres vem crescendo a cada dia. Recente pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde mostra que enquanto, em 2006, 8,2% das entrevistadas admitiram exagerar na bebida, em 2010, 10,6% afirmaram ter tal hábito. O problema incomoda, não apenas pelo fato do crescimento do consumo, mas também porque nas mulheres os efeitos do álcool podem ser mais noviços do que nos homens.

O álcool se mistura facilmente com a água do corpo, e como as mulheres possuem proporcionalmente menos água do que os homens, a concentração e os efeitos da bebida, bem como os riscos à saúde, acabam sendo maiores. “Estudos científicos apontam que, nas mulheres, o uso de álcool está associado ao desenvolvimento de câncer de mama, principalmente quando combinado ao uso de reposição hormonal na pós-menopausa, por exemplo. Sob o efeito de bebida, as mulheres ainda podem ficar suscetíveis a abusos sexuais e fazer sexo desprotegido, além de efeitos negativos sobre o casamento e no desenvolvimento dos filhos”, explica a psiquiatra e coordenadora do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), Camila Magalhães Silveira.

Os motivos que levam homens e mulheres a beberem também são diferentes. De acordo com a coordenadora do CISA, um estudo realizado com universitários (entre 18 e 25 anos, idade em que se inicia o uso de álcool), sugeriu que, nas mulheres, os indicadores de problemas relacionados ao consumo de bebida alcoólica estão mais fortemente ligados à esfera afetiva (bebem para lidar com situações estressantes ou para aliviar sintomas depressivos), enquanto o uso de álcool entre os homens estaria mais associado a motivações sociais (beber em festas ou na companhia de amigos, para ser aceito por amigos ou pelo grupo). Para ambos os gêneros, também se verificou que bebem motivados pelos efeitos “eufóricos” do álcool.


Síndrome Fetal Alcoólica


Outro hábito preocupante entre as mulheres é o consumo de bebidas alcoólicas durante a gravidez. Em decorrência deste comportamento, tanto a saúde do feto como a da mãe podem sofrer efeitos negativos, uma vez que o álcool atravessa a placenta. Entre as consequências, a mais grave e comum é a Síndrome Fetal Alcoólica (SFA), apontada como a maior causa evitável de retardo mental em crianças. “O uso de álcool durante a gravidez pode trazer inúmeros problemas para o bebê, incluindo hiperatividade e déficits de atenção, aprendizado e memória. Diversos fatores podem contribuir para o surgimento de problemas no feto: padrão de consumo de álcool, metabolismo materno, suscetibilidade genética, período da gestação em que o álcool foi consumido e vulnerabilidade das diferentes regiões cerebrais da criança”, finaliza a especialista. Preocupado com esse fator, o CISA firmou parceria com Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) para também disponibilizar em seu site o livro “Efeitos do Álcool na Gestante, no Feto e no Recém-Nascido”, elaborado pela SPSP e que apresenta os riscos ao consumir álcool.


Sobre o CISA

O Centro de Informações sobre Saúde e Álcool – CISA, organização não governamental criada em 2004 pelo psiquiatra e especialista em dependência química Dr. Arthur Guerra de Andrade, é hoje a maior fonte de informações no país sobre o binômio álcool e saúde. Por meio de seu website (www.cisa.org.br), o CISA dispõe de um banco de dados com mais de 1.600 títulos, desde publicações científicas reconhecidas nacional e internacionalmente, dados oficiais, até notícias publicadas em jornais e revistas destinados ao público em geral. Além de estar comprometido com o avanço do conhecimento na área de saúde e álcool, o CISA também atua na prevenção do abuso e nos problemas do uso indevido da substância, por meio de parcerias e elaboração de materiais de apoio a pais e educadores.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Usiminas inaugura Centro de Qualificação Profissional da Mulher
Fonte: Usiminas

Em parceria com Senai e Prefeitura de Cubatão, siderúrgica irá qualificar trabalhadoras na área de construção civil


Ampliar as condições de qualificação profissional da mulher para aumentar as oportunidades de inserção no mercado de trabalho. Com este objetivo, a Usiminas inaugurou nesta terça-feira (26), o Centro de Qualificação Profissional da Mulher. Resultado de uma parceria com o Senai e a Prefeitura Municipal de Cubatão, a iniciativa contempla a realização de cursos na área de construção civil voltados para o público feminino.

No Centro de Qualificação Profissional da Mulher, localizado dentro da Usina de Cubatão, as alunas terão aulas teóricas e práticas. “A parceria entre Usiminas, Prefeitura de Cubatão e Senai viabilizou essa idéia. Tenho certeza de que este projeto se tornará uma referência em todo o País”, afirmou o diretor da Usina de Cubatão, Paulo Roberto Torres Matta.

Serão oferecidas inicialmente 96 vagas divididas em cinco cursos: armador de ferros, eletricista instaladora, pedreiro assentador, pedreiro de revestimento e pintor de obras. A iniciativa reforça o compromisso da Usiminas com as comunidades onde está presente. Em Cubatão, a parceria dá continuidade a outras ações já realizadas em conjunto com o poder público, como o Pacto pelo Emprego e o Pró-Comércio.


Durante o período do curso, a Usiminas oferecerá transporte, alimentação, uniforme e equipamentos de segurança individual (EPIs). A siderúrgica também disponibilizará uma bolsa-auxílio no valor de R$ 300,00 para cada aluna que finalizar o curso. Presente ao evento, a prefeita de Cubatão, Márcia Rosa, destacou a disposição das mulheres para realizar trabalhos com cuidado e capricho. “A construção civil está precisando de trabalhadores e as mulheres querem este espaço. A construção civil é uma oportunidade para qualificar a mão de obra feminina e encaminhá-la para o mercado de trabalho. Nós, mulheres, não precisamos de privilégios e, sim, apenas de oportunidades, como esta,” afirmou.

Um grande diferencial do projeto é a bolsa-auxílio, que será entregue por meio do cartão Usiminas, similar a um cartão de crédito para utilização exclusiva no comércio da cidade em bens ou serviços. O cartão segue a mesma idéia do cartão Servidor Cubatão, lançado pela prefeitura com o objetivo de incentivar o comércio da cidade.

O diretor do Cide, Fiesp e Ciesp/Cubatão e diretor de Engenharia e Ampliação da Usiminas, Marco Paulo Penna Cabral, afirmou que o projeto é inovador e está dentro das metas previstas na Agenda 21 do município. “Precisamos sempre valorizar ações como estas, que são resultado da parceria entre o poder público e a iniciativa privada e representam um avanço importante na qualificação dos moradores da região.”

Sobre os cursos


As aulas acontecerão de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30, com duração aproximada de um mês, ou 160 horas aula. O Senai, maior complexo de educação profissional da América Latina, será responsável pela metodologia, material didático e professores. Além do conteúdo específico de cada modalidade, todos os cursos englobam instruções sobre segurança do trabalho, meio ambiente e qualidade. Para o diretor do Senai/Cubatão, Antonio Carlos Lago Machado, o curso contribui também para a formação da cidadania. “A formação é uma oportunidade de aprendizado e crescimento e deve propiciar a mudança para melhor na vida das pessoas”, afirmou.


As alunas foram selecionadas pela Prefeitura Municipal de Cubatão por meio do banco de dados do Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), do município, considerando o seguinte perfil: idade mínima de 18 anos, desempregada e com ensino fundamental, no mínimo, até a quarta série. “O Centro é uma boa oportunidade para nós. Estou desempregada há três meses, por isso, minha expectativa é grande”, conta Maria Aparecida dos Santos Silva, aluna do curso pedreiro assentador. Já Edite Tenório se inscreveu no curso para armador de ferros.  “Agora, eu quero aprender, colocar em prática e entrar no mercado, para que eu possa me tornar uma profissional capacitada”, afirma.

A iniciativa para realização de cursos voltados especialmente para mulheres surgiu a partir da análise da demanda atual do mercado. De um lado, faltam trabalhadores qualificados para segmentos como o da construção civil. De outro, especialmente em Cubatão, onde está localizado um dos maiores pólos industriais do País, as oportunidades de trabalho estão voltadas principalmente para o público masculino. O PAT de Cubatão  possui atualmente 33.855 trabalhadores cadastrados, sendo 20.258  (59,84%) homens e 13.597 (40,16%) mulheres. Entre janeiro e junho deste ano, 94,72% das 6.292 vagas preenchidas por meio do Posto foram ocupadas por homens e apenas 5,28% por mulheres.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Em 11 anos, gravidez entre adolescentes paulistas cai 37%
Fonte: Sec. de Saúde do Estado

Em 2009 houve 92,8 mil jovens grávidas, contra 148 mil em 1998; queda vem sendo constante, aponta Secretaria

O número de adolescentes entre 10 e 19 anos grávidas no Estado de São Paulo caiu 37% em 11 anos no Estado de São Paulo. É o que aponta o mais recente balanço da Secretaria de Estado da Saúde produzido com base nos dados da Fundação Seade.

Em 1998, foram 148.018 casos de gravidez na adolescência no Estado. Em 2009, último dado consolidado, esse número caiu para 92.812 ocorrências.

Segundo os números, a queda vem sendo constante, ano a ano. Em 1999 houve 144.362 adolescentes grávidas. Em 2000 houve 136.042 ocorrências. Já em 2001 houve 123.714. Em 2002, 116.368. Em 2003 foram 109.082, em 2004, 106.737 e, em 2005, 104.984. Em 2006 o número foi de 100.632 casos. Em 2007, 96.554 e, em 2008, 94.461 adolescentes ficaram grávidas.

Albertina Duarte, coordenadora do Programa Saúde do Adolescente da Secretaria de Estado da Saúde, afirma que a redução é resultado de uma ação integrada da pasta. “A capacitação de aproximadamente 10.000 profissionais de saúde foi fundamental para alcançarmos esses números. Além disso há distribuição de preservativos e contraceptivos em unidades de todo o Estado”.

Uma redução importante, de 37,8%, foi notada na faixa etária de 15 a 19 anos. Em 1998, foram 143.490 adolescentes nessa faixa etária grávidas no Estado. Em 2009 esse número caiu para 89.176 jovens.  Na faixa etária de 10 a 14 anos, o indicador apresentou queda de 19,7%, com 4.528 casos de gravidez em 1998 e 3.636 em 2009.

Desde 1996 a Secretaria adotou um modelo de atendimento integral à adolescente, que contempla o aspecto físico, psicológico e social, e que começou a mostrar resultados dois anos depois – por isso a Secretaria usa 1998 como base de comparação.

Além de informação e orientação, o trabalho busca identificar as emoções, medos e dúvidas dos adolescentes sobre afetividade, relacionamentos e sexo seguro. Rotineiramente a Secretaria investe em capacitação, organizando palestras e cursos a profissionais médicos que cuidam de adolescentes por todo o Estado.

A Casa do Adolescente de Pinheiros, na capital, serviu como espécie de laboratório da nova política de saúde para jovens, oferecendo atendimento multidisciplinar, com médicos, dentistas, fonoaudiólogos, assistentes sociais, enfermeiros, psicólogos e professores. Há oficinas, bate-papos e terapias em grupo para que os jovens exponham seus sentimentos, recebendo orientação especializada. Também são realizados cursos de inglês e espanhol, aulas de dança, cursos de culinária e artesanato, dentre outras atividades.

O sucesso do trabalho levou o Estado ampliar o projeto da Casa do Adolescente, em parceria com os municípios e a Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social. Hoje são 25 unidades na capital, Grande São Paulo e litoral do Estado. Uma delas, inclusive, instalada em Heliópolis, maior favela da cidade de São Paulo.

Para auxiliar na prevenção à gravidez indesejada, a Secretaria decidiu ampliar o acesso das mulheres, inclusive adolescentes, a métodos anticoncepcionais. Desde julho de 2007 estão disponíveis contraceptivos comuns e pílulas do dia seguinte em 20 unidades da Farmácia Dose Certa, na capital, situadas em estações de metrô, trem e centros de saúde.
Para o interior, litoral e Grande São Paulo a Secretaria também passou a enviar anticoncepcionais, pílulas do dia seguinte e DIUs, para distribuição em Unidades Básicas de Saúde, em complemento ao repasse do governo federal.

Disque-Adolescente

A Secretaria mantém um telefone para tirar dúvidas dos adolescentes sobre sexo seguro, anticoncepcionais e relacionamentos afetivos, entre outros assuntos. Uma equipe formada por médicos, psicólogos e assistentes sociais atende jovens que ligam em busca de algum tipo de orientação, por meio do telefone (11) 3819.2022. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h.

“A replicação do atendimento multiprofissional focado não apenas na prevenção mas nos aspectos emocionais e psicoafetivos dos adolescentes vem contribuindo não só para a diminuição dos índices de gravidez na adolescência, mas também na prevenção e tratamento de doenças”, diz o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri.
Saúde ONG DCM - Diabetes Gestacional
Fonte: Da Redação

Entenda como surge o problema,  aprenda a monitorar de maneira simples  e controle os níveis de glicose no sangue

Recentemente, os principais jornais do Brasil noticiaram o nascimento de um bebê de 7,3 Kg, que nasceu por cesariana, nos Estados Unidos. Por razões óbvias, essa notícia impressionou a todos, principalmente os médicos que esperavam que ele nascesse com dois quilos a menos. Porém, a causa do sobrepeso do bebê é decorrente de uma diabete gestacional pela qual a mãe sofreu.

A quantidade de açúcar no sangue da mulher grávida fica acima do nível considerado normal, mas, na maioria dos casos, essa situação se regulariza logo após o nascimento do bebê – diferentemente dos outros tipos de diabetes, que duram a vida inteira.

A doença surge quando o corpo não consegue produzir a insulina – hormônio fabricado pelo pâncreas – em quantidade suficiente. Esse hormônio controla o nível de açúcar no sangue para ser usado como fonte de energia.

O corpo da mulher grávida precisa produzir insulina extra para atender às necessidades do bebê. Se o organismo não consegue fazer isso, pode ocorrer a diabete de gestação. O nível de açúcar pode subir decorrente às mudanças hormonais ocasionadas pela gravidez, que interferem na ação da insulina.

Para ter certeza de que está ou não com qualquer tipo de diabetes, é importante o monitoramento da doença. Através de um simples teste caseiro é possível detectar o problema ou descartar as dúvidas. O procedimento é simples, uma tira do teste Tiras de Glicose da Linha Confirme deve ser mergulhada no recipiente onde foi coletada a urina. Após 2 segundos, a tira deve ser retirada do recipiente. Feito isso, em cerca de 30 a 60 segundos o resultado aparecerá. A cor da tira deve ser comparada com a da escala cromática.


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Câmara de Praia Grande abre concurso público para preencher 10 vagas
As inscrições podem ser feitas até o dia 12 de agosto

A Câmara Municipal da Estância Balneária de Praia Grande está com inscrições abertas até o dia 12 de agosto para preencher 10 vagas, quatro para agente administrativo, uma para telefonista, duas para recepcionista, duas para operador técnico de computação e uma para contador.

O valor da inscrição para as vagas que exigem apenas ensino médio é de R$ 34 e para as que pedem curso superior de R$ 45. Cada vaga tem requisitos específicos de escolaridade e função. Os salários variam entre R$ 900,00 e R$ 2.666,66, com carga horária de 33 horas semanais.

Os interessados podem fazer as inscrições preferencialmente pelo site e os que não têm acesso podem fazer a inscrição na Câmara Municipal da Estância Balneária de Praia Grande, situada na Praça Vereador Vital
Muniz,1, Boqueirão, de segunda à sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h (exceto feriados e pontos facultativos).

Para fazer a inscrição no local é necessário levar uma cópia legível do documento de
identidade. Mais informações, edital do concurso e inscrições através do site.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

SAÚDE DCM - SP prorroga vacinação contra o sarampo até sexta (22)
Fonte: Sec. de Estado da Saúde

170 mil crianças, entre 1 e 6 anos de idade, ainda precisam receber a vacina contra a  doença no Estado; Campanha segue até sexta-feira


A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo decidiu indicar a prorrogação da campanha vacinação contra o sarampo para crianças de 1 a 6 anos de idade até sexta-feira, 22 de julho, em todo o Estado. Até o momento, 3 milhões de crianças já foram imunizadas, chegando a 89,91% do público-alvo. Ainda devem
ser aplicadas 170 mil doses para atingir a meta de 95% de crianças vacinadas.

As menores coberturas continuam nas faixas etárias de 1, 5 e 6 anos, com, respectivamente, 87,61%, 79,61% e 67,42% dos grupos vacinados no período. Dentre as crianças de 2 a 4 anos, a meta de 95% já foi atingida, porém, quem ainda recebeu a vacina pode ir às salas de vacinação.

“Vale a pena lembrar que a vacina tríplice viral, além do sarampo, protege também contra a rubéola e caxumba. Os pais e responsáveis devem ficar atentos e levar as crianças entre 1 e 6 anos de idade para serem imunizadas”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.

Os postos de saúde abrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Na capital a sala de vacinação do Instituto Pasteur, na avenida Paulista, 393, funciona inclusive aos sábados e domingos, das 8h às 20h.

Sintomas


A Secretaria orienta a população para que esteja atenta aos sintomas do sarampo. Os principais são febre e exantema (manchas avermelhadas no corpo), acompanhados ou não de tosse, coriza e conjuntivite. Nesses casos a recomendação é para que a pessoa procure imediatamente um posto de saúde e evite contato desnecessário com outras pessoas até que receba avaliação médica.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

SAÚDE DCM - 25% dos operados com câncer  tem menos de 50 anos
Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

Levantamento foi realizado com 12,8 mil pacientes da unidade, entre dezembro de 2008 e maio de 2011

Uma pesquisa realizada pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, apontou que 25% dos pacientes oncológicos operados na unidade têm menos de 50 anos. O estudo mostra ainda que, do total de cirurgias oncológicas, a maioria são em mulheres, somando 51,5%. Na análise exclusiva dos que tem até 49 anos, o público feminino também é maioria, representando 64% dos casos.

De acordo com o levantamento, a principal especialidade cirúrgica utilizada é a urologia, responsável por 28% de todos os procedimentos realizados. Em seguida, estão as especialidades de cabeça e pescoço (11%), aparelho digestivo (8,5%), ginecologia (8,5%), mastologia (7%), toráxica (5%) e ortopédica (2%). Além disso, cirurgias plásticas reparadoras são responsáveis por 8% dos procedimentos cirúrgicos.

O estudo mostra ainda que 30% dos pacientes submetidos a uma cirurgia de câncer têm mais de 70 anos; 27% têm entre 60 e 69 anos; e 24% tem entre 50 e 59 anos. Considerados jovens, os pacientes com menos de 50 anos somam 25% de todos os operados. A maior parte deles está concentrada na faixa etária de 40 a 49 anos (14%), seguida por aqueles que têm entre 30 e 39 anos (6%). Pacientes com idade entre 20 e 29 anos correspondem a 4% dos que foram submetidos à cirurgia e os que têm até 19 anos representam 2% dos operados.

 “Esse levantamento mostra claramente que a idéia de que o câncer afeta somente os pacientes mais velhos está errada. É um número expressivo e por isso é sempre muito importante que as pessoas, independente da idade, façam os exames de rotina regularmente e procurem o médico de sua confiança sempre que notarem alguma anormalidade com a saúde”, alerta o oncologista e diretor Geral do Icesp, Paulo Hoff.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Crianças mais novas estão praticando menos atividades físicas
Fonte: Sec. de Estado da Saúde

Estudo em 2,5 mil escolas paulistas mostra estudantes do ensino médio 20% mais
ativos que alunos do ensino fundamental


Estudo das secretarias de Estado da Saúde e da Educação, realizado em parceria com o Celafiscs (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul) aponta, pela primeira vez, que os alunos do ensino médio estão, em média, 20% mais ativos que estudantes do ensino fundamental.

A tendência sempre foi o inverso. Quanto mais velha a pessoa fica, menos pratica exercício físico. Essa mudança de comportamento acende um alerta. Indica que, a cada geração, o problema da falta de atividade física se agrava.

"A hipótese principal é que as crianças têm exposição maior a computador, videogame e televisão. Hoje, as crianças são hábeis com a tecnologia. Porém o custo disto é que não se exercitam adequadamente," explica Victor Matsudo, coordenador do Agita São Paulo, programa estadual voltado ao incentivo da prática de atividades físicas. "Uma das consequências é a obesidade infantil", alerta.

O programa Agita São Paulo recomenda que as crianças se movimentem em pé por cinco minutos a cada meia hora de atividade sentada.

O levantamento foi feito com 2,5 mil escolares da 5º e 9ª anos do ensino fundamental (ciclo II) e do 3º ano do ensino médio, em uma amostra representativa para o estado de São Paulo. Os jovens responderam a um questionário onde apontavam quanto gastavam de tempo com cada atividade. A recomendação internacional mínima para realizar atividade física é de 300 minutos por semana para crianças e 150 minutos para adultos.

Quanto mais tempo a criança fica sentada, maior é o seu peso corporal e índice de massa corpórea e maior é o nível de colesterol ruim e triglicérides. Em contrapartida, menor é o nível de colesterol bom e menor é o nível de potência aeróbica (capacidade do organismo em transportar oxigênio).
Guarujá prepara I Conferência de Políticas para Mulheres
Fonte: Prefeitura de Guarujá

Na manhã da última quarta-feira (6), membros do Conselho da Condição Feminina de Guarujá participaram de uma reunião, na Casa dos Conselhos, para definir os preparativos da I Conferência Municipal de Políticas para Mulheres, a ser realizada até o dia 31 de agosto.

O objetivo da Conferência é discutir e elaborar propostas de políticas da autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres, que contribuam para a erradicação da pobreza e para o exercício da cidadania das mulheres guarujaenses.

Saúde, segurança, trabalho e educação são alguns dos assuntos que serão discutidos no encontro. O debate inclui também a inclusão da mulher com deficiência, ou com filhos deficientes, e a mulher idosa. Todos os temas serão abordados por palestrantes convidadas pelo Conselho.

Como solução para as dificuldades encontradas pelo público feminino, o encontro buscará trazer soluções através dos projetos realizados pela Administração Municipal. Para isso, o Conselho conta com o apoio da Prefeitura de Guarujá.

A comissão organizadora do evento é composta por quatro membros do Poder Executivo e quatro da sociedade civil. Elas terão como compromisso trazer à tona as problemáticas enfrentadas pelas mulheres ao longo do dia a dia.

A presidente do Conselho da Condição Feminina de Guarujá, Regina Estela Barbosa, acredita que o encontro auxilie principalmente as mulheres vitimizadas. "É importante fazermos esse levantamento geral da situação da mulher no nosso Município, para que assim, possamos traçar novas soluções para as dificuldades", disse.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Pronto-socorro das mamas quase triplica  diagnóstico de pré-câncer em SP
Fonte: Da Redação
Fotos: Divulgação

No hospital estadual Pérola Byington, modelo de atendimento integral vem ajudando a salvar vidas



Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo realizado no hospital estadual Pérola Byington, referência em saúde da mulher na capital paulista, aponta que o número de casos de lesões de mama identificados no estágio "pré-câncer" quase triplicou nos últimos seis anos. Ao mesmo tempo, a identificação da doença em estágios avançados diminuiu.

Foram avaliados 3,8 mil atendimentos realizados no hospital entre 2005 e os cinco primeiros meses de 2011. Há seis anos, a identificação do estágio conhecido por "pré câncer" era de apenas 7% do total de mulheres examinadas. Neste ano, subiu para 18%.

Houve aumento, ainda, de 18% para 22% no mesmo período, do total de casos de câncer identificados no estadiamento I, quando as chances de cura são de 80%.

Entre as razões para o aumento da detecção do estágio que antecede a doença está o fato de o hospital ter implantado, em 2006, um modelo de atendimento completo e integral às pacientes que procuram a unidade, que funciona como um "pronto-socorro" das mamas.

Após o resultado da mamografia, se houver alterações, as pacientes são encaminhadas no mesmo dia para outros exames complementares, como biópsia, para conclusão do diagnóstico. Casos de câncer identificados em estágio avançado seguem para cirurgia ou tratamento quimio ou radioterápico no mesmo mês em que foram diagnosticados.

O levantamento também apontou que a identificação do estadiamento III da doença, quando apenas 30% dos casos são considerados curáveis, diminuiu no período analisado. Em 2005, 25% dos casos eram descobertos já com a doença avançada. Neste ano o índice caiu para 16%.

 "A identificação precoce de alterações de mama no estágio de pré-câncer vem ajudando a salvar vidas, uma vez que a cura é possível em 100% desses casos", afirma Luiz Henrique Gebrin, diretor do Pérola Byington.

Os casos identificados no estadiamento zero (pré-cancer) são encaminhados para cirurgia, acompanhada de seguimento clínico a cada seis meses e de mamografia anual, independentemente da idade da paciente, além da recomendação para autoexame. Nos demais estágios pode haver necessidade de tratamentos complementares, como quimio e radioterapia.


Mamografias pelo SUS


Levantamento da Secretaria aponta também que o número de mamografias realizadas em todo o Estado têm aumentado. Em 2010 o total de exames realizados foi 30% superior em relação a 2008.

Somente no hospital estadual Pérola Byington são cerca de 3.000 mamografias mensais. Para agendar o exame é necessário um encaminhamento do médico especialista. A unidade está localizada na Avenida Brigadeiro Luís Antonio, 683 - Bela Vista.
Saúde mobiliza mães para doar  leite no período das férias
Fonte: Da Redação
Foto: Divulgação

Estoque nos bancos chega a cair até 50% nesta época do ano



A Secretaria de Estado da Saúde pede a mobilização de mulheres de todo o Estado de São Paulo que estejam amamentando, para que façam a doação de leite materno neste mês de julho.

As baixas temperaturas e, principalmente, o período de férias fazem com que haja queda de até 50% no volume de leite dos bancos, que é usado para alimentar os bebês prematuros ou doentes, que estão internados e necessitam ganhar peso.

Mulheres de qualquer idade, que tenham bebês sendo alimentados exclusivamente com leite materno e que, ainda assim, tenham sobra do alimento, podem ser voluntárias e ajudar outros bebês. As únicas exigências são de que as doadoras não estejam consumindo medicação, drogas ilícitas ou mais de dez cigarros por dia.

A secretaria destaca que, comprovadamente, as mulheres que amamentam e doam o leite evitam o empedramento das mamas e têm  recuperação da forma física de forma mais rápida.

Na maternidade estadual Leonor Mendes de Barros da capital, por exemplo, haverá campanha interna junto às mães neste mês de julho para tentar suprir a necessidade de leite do berçário.

"Nossos bebês [internados na maternidade] são prematuros  e precisam de leite para o ganho de peso e todos os nutrientes para o desenvolvimento futuro. O leite materno é completo, fornece todos os nutrientes necessários. Ele é apropriado ao bebê e funciona como uma espécie de vacina, por isso pode ser considerado insubstituível", disse Corintio Mariani Neto, diretor da unidade.

As mulheres que puderem colaborar podem entrar em contato com os bancos de leite mais próximos de suas residências  para pedir orientação sobre a forma correta de coleta e armazenamento.  A lista completa está disponível no site.